quarta-feira, 2 de março de 2011

Que culpa tinha aquela moça se a sombra da outra a assombrou ? Que culpa tem o olhar dela de ter olhado sem querer olhar? Soltou um sorriso, alargou o local e pronto, não pudera mais se precaver. Como deixava solta a pergunta sem meia nem inteira resposta: De onde vinha o encaixe de ambas as palavras? Viviam também em um mundo desplanetado, será que criariam os seus próprios? Me desenhe na brisa que traféga em perfeita temperatura que fecharei meus olhos pra te sentir perto, talvez a mão quente lhe tire dor. Sim, os meus olhos sempre lhe disseram: SIM.


Bom dia

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