sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pequena fábrica de fazer Alguma coisa...

O que a fábrica de constância vai produzir hoje? Amor? Guerra? Desilusões?

Ela só tem um funcionário, sobrenome desconhecido, para o único maquinário, que por sinal está velho e enferrujado da-se o nome coração, fadigadas, suas mãos reclamam do trabalho diário dividido com a robótica que equivalem á 24 horas, subtraíndo 8 que são para seu descanso, um total de 16 horas, sem contar as noites de insônia que Constância faz hora extra. E assim as luzes se apagam, sol nasce, relógio grita, hora de acordar, qual a produção de hoje? Não esqueça Constância, bote óleo na máquina.

E andei, calada observei o tempo, o jeito, as pessoas, resolvi sentar um pouco, o próximo passo seria de vida ou morte.


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