...
Lá estava ela, vindo toda delicada com um ar desconhecido. perto, cada vez mais perto, não sabia se desejara que ela se afastasse, voltasse pisando cuidadosamente sem estragar as pegadas, ou simplesmente continuasse. Era impossível impedir, pelo menos naqueles segundos tão rápidos. coloquei o pano cor de pele sobre a areia e lentamente ele se perdeu, juntando-se com os grãos que voavam. ela deitou seu corpo sobre o manto, em seguida o fiz também. Silêncio. este era mais que ensurdecedor, as ondas do mar se amavam e brigavam. saltei depressa um dos braços sobre meus olhos, a maresia fazia com que ele pousasse nos corpos agradavelmente dizendo: tenham um ótimo fim de tarde, só me bastava saber, ela estava ali, sentia de longe o cheiro do cabelo, e sua respiração junto com o barulho do mar...
Acordei.

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